quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Buscar.
Sempre um eterno aprendizado.
É tudo questão de olhar. Será sempre uma eterna busca.
Sabe, é esse nunca estar satisfeito e buscar
sempre.
Pq o dia que você se achar completo, cheio
Ah, querido, pode ter certeza que você estará errado, me entende?
Pois sempre faltará algo.
E sempre faltará.
Nunca será bom o suficiente
Não há como ser.
Sempre terá um mais para buscar.
O que é bom, é muito bom.
Pois que sem graça seria chegar ao fim.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Tempo de travessia
abandonar as roupas usadas
Que já tem a forma do nosso corpo
E esquecer os nossos caminhos que
nos levam sempre aos mesmos lugares
É o tempo da travessia
E se não ousarmos fazê-la
Teremos ficado para sempre
À margem de nós mesmos"
Fernando Pessoa.
É, Pessoa, novas compras.
domingo, 26 de setembro de 2010
comfortable distance
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Estranho.
E gente esquece.
O tempo passava e a lembrança ficava cada vez mais viva.
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Alguns recortes perdidos pelo world/bloco de notas da vida.
domingo, 13 de junho de 2010
hmm?
Não sei, não sei.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Eu não falo de dor,
Achei em uma comunidade. Curti. Bem minha cara.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Chega.
Acho que fala exatamente o que preciso pra esse ano.
Que céus! Como o ano que está passando rápido, hein?
Pelo menos pra mim sim.
Enfim, beijos e até.
Vinícius de Moraes.
foto: http://weheartit.com/entry/2154284
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Respira.

Hmm, quanto tempo não escrevo nada.
Agora passo boa parte do meu tempo desenhando.
Qualquer dia desses que eu curtir algum desenho meu (e passar de um mero rabisco, rs)
eu posto aqui. Acho que manterei esse blog vivo. É.
Enquanto isso fica aqui algo que escrevi em meados de 2008. Mudei algumas coisas, mas preguiça de revisar certinho. Sono batendo aqui... pra variar. Saudades de ideia com acento.
Pelo menos fica salvo aqui. Engraçado os tempos verbais. Enfim, é antigo.
Ele estava sentado em seu aconchegante sofá. O telefone toca. Ele atende e a pessoa desliga. Ele continua vendo a tv. O telefone toca novamente e ele atende. Novamente a pessoa desliga sem dizer nada. Ele está só, começa a pensar na vida. Troca de canal sem nem perceber, o dedo fixo no botão de passar pro próximo - sim parece algo automático – e ele olhando fixamente para um ponto na tv. Ele tem no rosto uma expressão fria, com um olhar fundo. Um medo talvez. O barulho de sua respiração deve ser comparado a um toque suave de uma boa música. As ideias dele estão confusas. A pouco fora surpreendido com uma pergunta que faz seu coração vibrar de alegria e medo. Eis que sua amada o pedira
Passa algumas horas e ele continua desacordado no sofá. O telefone toca, ele acorda assustado sem saber onde está. Ao ver a televisão, ele percebe que a hora já é avançada. Sua cabeça dói. E ele não se lembra ao certo do que acontecera.
Ele pega a chave e abre a porta. Sai pelas ruas, passa algumas quadras e lá está o prédio em que ela mora. Ele entra ainda cambaleando. Toca a campainha. Passa algum tempo e ela vem ao seu encontro. Os dois se olham fixamente. E a única coisa que ele consegue dizer é 'te amo'.
sexta-feira, 19 de março de 2010
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Olá.
Bem, nem fiz nada sobre 2009. Sem coragem. djsadjkls preguiss... ok.
Btw, ficaí o inicio do que seria um poema. Nem terminei. Nem começou e já morreu.
Que 2010 seja um ano abençoado <3 Dta.
Preciso me afastar de você.
Devagarinho, vai doer.
Não posso depender tanto assim.
Devagarinho, vai doer.